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Desconforto
2026, fotografia
Uma cadeira enferrujada, sem assento nem encosto, recusa o corpo e transforma o gesto de sentar em metáfora. Por mais que se tente ajustar, o desconforto persiste. A obra reflete situações em que permanecemos, mesmo em dor, por medo ou hábito. Fala da coragem de nomear o incômodo como início de mudança — e da urgência de criar espaços onde o corpo e a palavra possam, enfim, descansar.
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